*Governadora Fátima Bezerra e Cadu vão às ruas e defendem fim da escala 6×1*A governadora Fátima Bezerra defendeu hoje (01), ao participar do Ato Unificado de 1º de Maio, em Natal, o fim da escala 6×1, com redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, garantindo dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial, conforme previsto no projeto de lei de iniciativa do governo do presidente Lula, e um Brasil com mais igualdade e justiça social. O PL 1.838/2026 foi encaminhado ao Congresso Nacional no dia 14 de abril com pedido de urgência para votação. Além dos trabalhadores abrangidos pela CLT, o projeto incorpora normas aplicáveis a categorias específicas, como trabalhadores domésticos, empregados no comércio, radialistas, tripulantes de voo e atletas profissionais.No Rio Grande do Norte, pelo menos 552 mil trabalhadores estão submetidos à escala que prevê apenas um dia de descanso na semana. Esse é o contingente de celetistas, com carteira assinada, que estão no mercado formal de trabalho, 57,6% deles em Natal e Mossoró.Oriunda da luta sindical, eleita e reeleita governadora com propostas implementadas durante sua gestão em defesa da melhoria de vida dos trabalhadores tanto da iniciativa privada como do serviço público, Fátima caminhou pela avenida Roberto Freire do local da concentração, nas imediações do Viaduto de Ponta Negra, até o Ponto 7, ao lado do pré-candidato ao governo do Estado pelo PT, Cadu Xavier; deputados federais, estaduais e vereadores de Natal, lideranças sindicais e estudantis.“Neste 1º de Maio, estamos nas ruas reafirmando que trabalhador e trabalhadora merecem respeito, dignidade e direitos garantidos. Seguimos na luta pelo fim da escala 6×1, pela redução da jornada sem redução salarial e contra toda forma de precarização do trabalho”, destacou Fátima, acrescentando: “Estamos juntos e juntas em defesa dos direitos do nosso povo, contra as privatizações, contra a retirada de direitos e em defesa de mais justiça social para que move nosso país todos os dias,” complementou.Apesar do clima de turbulência política em Brasília, o 1º de Maio deste ano ocorre no melhor momento da economia dos últimos 10 anos. Em março, a taxa de desocupação foi de 6,1%, a menor para trimestre encerrado em março desde o início da série histórica da PNAD Contínua em 2012. A renda média do trabalhador atingiu recorde de R$ 3.722 no primeiro trimestre de 2026, com um aumento de 5,5% na comparação anual. O presidente Lula, ao fazer um balanço das ações do governo voltadas para o trabalhador, destacou a isenção do imposto de renda para quem ganha até 5 mil, promessa de campanha eleitoral cumprida por ele, ampliação da licença paternidade e o lançamento de medidas para reduzir o nível de endividamento das famílias.DIA DE LUTAComemorado em mais de 80 países, o Dia Internacional do Trabalhador foi instituído em 1889 para eternizar a luta de operários de Chicago duramente reprimidos durante a greve de 1886 em defesa da redução da jornada de trabalho. No Brasil, o primeiro de maio foi oficializado como feriado nacional em 1924, no governo do presidente Arthur Bernardes.
Governadora Fátima Bezerra e Cadu vão às ruas e defendem fim da escala 6×1
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